17 de mai de 2012

O cão idoso - parte 1



 Olá, pessoal...
Sei que andei sumidinha, mas já estou de volta!
E vou tentar recuperar o tempo perdido, viu?!

Vou entrar hoje num assunto que me chamou a atenção essa semana (afinal, estou vivenciando isso bem de perto). 

Depois de 13 anos (irá fazer 14 no mês que vem) de convivência, ao chamar meu cachorro para ir passear, ele me ignorou totalmente.

Chamei novamente, e nada.

Para ter a atenção dele, tive que chegar perto, e cutucá-lo algumas vezes.

Até que minha mãe disse: "Ele está ficando velho."

Aquela frase ficou um tempinho na minha cabeça, e pensei durante todo o trajeto do passeio.

Mas acabava sempre chegando ao mesmo ponto: "Ele só tem 13 anos, não pode estar velho!".

E parei para observar melhor o meu companheiro, e percebi que minha mãe tinha razão:
- Os pelinhos da região da cabeça e focinho já estão brancos ( e por quê não dizer grisalhos?);
- Está cada vez mais preguiçoso, passando grande parte do dia deitado e reluta na hora das caminhadas, preferindo assim, passeios cada vez mais curtos;
- Caminha bem devagar, o que piora bastante nos dias mais frios;
- Tem dificuldade em subir na cama ou sofá, e quando não consegue, chora pedindo ajuda;
- Apresenta diminuição da audição (eu acho que é audição seletiva, pois o barulho do pote de biscoito e o barulho do portão do vizinho ele escuta muito bem);
- Alterações de humor (não posso levar muito em conta, pois sempre foi temperamental e ciumento);
- Sente mais frio, mesmo em dias de temperatura mais agradável;
- Lambe uma das patas intensamente, sem lesão ou causa aparente (minha mãe diz que é mania).

Enfim, mesmo sendo veterinária, e sabendo que essas alterações acabam chegando com a idade, é meio difícil aceitar que nossos bichinhos, com quem compartilhamos uma vida, está senil.

Mas sem sombra de dúvidas, o melhor remédio nessa hora, é o CARINHO.

Beijos,

     Michelle :)



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